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• Abril Azul: escolas municipais de PG realizam ações de conscientização sobre o autismo

Publicado em 06/05/2026 - por DANIEL ELIAS

Objetivo foi de destacar as possiblidades artísticas dos estudantes com TEA

Ao longo do último mês, as unidades de ensino de Praia Grande promoveram uma série de ações dentro do Abril Azul. As iniciativas envolveram pais, alunos e toda a comunidade escolar em prol de realizar a reflexão e conscientização sobre Transtorno do Espectro Autista (TEA). As atividades tiveram como objetivo principal destacar as possibilidades artísticas de expressão dos estudantes com TEA.

Algumas unidades de ensino estenderam a programação e realizam atividades no início do mês de maio. É o caso da EM José Padin Mouta, situada no Bairro Tupi, que promove reunião de acolhimento com pais e familiares de alunos atípicos matriculados na escola. O encontro ocorre nesta quinta-feira (7), às 15 horas, e será comandado pela terapeuta Patrícia Ferreira, que conversará com o público presente.

Dentro da programação, algumas atividades se destacaram. Na EM Profª Nanci Solano Tavares de Almeida, situada no Bairro Melvi, a programação foi aberta para toda a comunidade. Pais e responsáveis puderam conferir a exposição de trabalhos realizados em sala de aula, alusivos ao Dia Mundial da Conscientização do Autismo. Para tornar o momento ainda mais especial, alunos e professores fizeram apresentação musical e painel interativo. A unidade de ensino aproveitou o momento para realizar uma reunião de acolhimento com os familiares de estudantes público-alvo da educação especial.

A EM Idalina da Conceição Pereira, localizada no Bairro Vila Sônia, também desenvolveu ações de conscientização sobre o TEA. O ponto alto da programação da unidade de ensino foi a apresentação musical dos alunos do 1° ano do Ensino Fundamental, para os pais e familiares do lado externo da escola. As turmas também realizaram trabalhos com base no livro "Elmer, O Elefante Xadrez".

Em Praia Grande, atualmente, 2.790 estudantes matriculados nas unidades são diagnosticados com TEA. Este número representa aproximadamente 82% do total de alunos atendidos pela educação inclusiva. "As ações promovidas pelas escolas são essenciais para ampliar o conhecimento sobre o TEA", destacou a diretora da Coordenadoria de Educação Especial e Inclusiva, Elaine Camillo.

"Elas fortalecem práticas inclusivas, promovendo respeito, empatia e convivência no cotidiano escolar. Contribuem para o desenvolvimento social e a participação dos alunos com TEA", completou a diretora da Coordenadoria de Educação Especial e Inclusiva. "Além de aproximar famílias e escola, ampliando o diálogo e a orientação. Outro ponto é que as iniciativas consolidam uma educação voltada a uma sociedade mais inclusiva e consciente sobre o autismo"

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